segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Uma história de Alegria


"O sorriso libera toda tensão que temos"
Frase dita por Ricardo Trento, Ex- Empresário e empreendedor que resolveu largar a vida promissora como um administrador de empresas para se engajar em um projeto social chamado Trupe da saúde, que tem 8 anos de estrada, projeto que leva a alegria aos hospitais de Curitiba, que conta com 10 artistas profissionais remunerados , 2 voluntários, entre outros.
A trupe da Saúde é um projeto Social que vem atendendo Adultos, Jovens e crianças, mais de 1.500 por mês, levando alegria e sorrisos onde a tristeza e a doença são fatores marcantes, o projeto tem como intuito levar a e descontração e o amor em um ambiente que é muitas vezes e desanimado e com muita dor.


Ricardo Trento e Fabio Silvestre Foram os fundadores do projeto, Ricardo morava em Medianeira quando seu pai ficou internado em hospital local com problemas sérios de saúde , ele percebeu que o sofrimento e a falta de sorrisos naquele ambiente faziam toda a diferença na recuperação do paciente e teve a idéia de iniciar esta ação social.
De inicio eram apenas 4 Integrantes, entre os animadores estava Ricardo, após o projeto ser concluído uma empresa multinacional de Grande prestigio no Brasil virou patrocinadora da trupe , com o passar do tempo e muita luta de Trento a trupe foi ganhando prestigio Nacional e agora conta com ajuda da lei de incentivo a Cultura, alem do patrocínio de mais 10 empresas do Paraná, todo a ano Ricardo renova o projeto e manda para as empresas decidirem se irão continuar ajudando o grupo por mais um ano, a expectativa agora e atingir a meta e continuar levando a alegria a todos que necessitam de um sorriso para esquecer a dor.

domingo, 11 de outubro de 2009

À procura da pauta perfeita

Foi num trabalho de fotografia que a história toda começou.
Já dizia o professor para formar grupos de “no máximo” 4 pessoas. O problema: éramos 5. Foi aí que o grupo se separou, e claro, nós duas ficamos sozinhas.
De inicio, já havíamos produzido 2 pautas (na verdade produzimos com o grupo completo), uma sobre a Trupe da Saúde, e outra, sobre as feirinhas de Curitiba. Mas o professor alertou que fotografar feirinha não é lá original, e a pauta da Trupe, acabou ficando com a outra parte da equipe. Mas a Jessyca foi junto, e não deixou a desejar.
(em breve agente posta a foto dela por aqui, e a matéria completa também)
Começamos então a nossa busca, com sugestões inumeráveis: o que fotografar?
Surgiu a idéia do professor: a “pauta dos sonhos” literalmente, já que era uma pauta sobre os sonhos “Alfa” (Alfa é qualidade!)
Mas em que raios de lugar agente encontraria o telefone dos sonhos?
Viva a internet! Estava lá e foi encontrado alguns dias depois muita procura.
O problema agora era conseguir falar com o responsável pela empresa_ um tal de Humberto_ que nunca estava.
Na primeira ligação, atende uma criança:
_Alô?
_ Bom dia, quem fala?
_É eu.
_Ah... oi você... tem algum adulto perto de você?
Nisso, pega na extensão, uma senhora mal-humorada_e levemente surda. Disse que era “só a empregada e não sabia de nada, que eu ligasse mais tarde”.
Ok. Ligamos. E ligamos. E tantas e outras vezes em que o senhor Humberto não atendia o telefone. Até que atendeu e eu levei uma bronca por que sua esposa já estava brava de “ter uma tal de Ana ligando toda hora”. Tentei explicar, não adiantou. Ele disse pra não encher mais o saco e procurar outra empresa pra fazer o trabalho. É, o sonho acabou.

Veio então a segunda alternativa: Música! *weee*
E lá vamos nós, sugerir a pauta e desanimar quando o professor diz que não conseguiríamos fotografar o objetivo central da idéia (que era, de inicio, mostrar a diferença entre Fanfarras, Bandas Marciais e Musicais).
Mesmo desanimadas, agente não tinha mesmo outra escolha e partimos para nossa saga.

Contatos: Banda Marcial da Fazenda Rio Grande, Banda Musical do Colégio Estadual do Paraná e a banda do Gogola (que eu não sei o nome).
Problemas: Horários, claro. E conseguir contatar os tais maestros.
Com o Gogola foi tranqüilo, o problema é o horário dos ensaios que coincidem com nosso horário de trabalho e aula.
Com a Fazenda, tive que sair mais cedo do trabalho para fotografar uma apresentação. Modéstia a parte, fizemos um trabalho lindo... (+ aqui)




Mas com o colégio estadual, tivemos uma experiência e tanto.
A semana toda agente ligou. Juro.
O maestro nunca atendia, ou nunca estava.
Resolvemos ir ao ensaio mesmo sem autorização previa. Mas uma intuiçãozinha me fez ligar ainda dentro do ônibus, só pra confirmar.
Onde eles estavam? Indo pra União da Vitória, em um concurso...
E nós? No ônibus, sem ter quem fotografar, amaldiçoando até a última geração de seja-la-quem-fosse o culpado por toda aquela situação.

Engajamos numa conversa de: o que fotografar, quando, como...
Mudar de pauta? Mudar o foco da nossa pauta? Mudar a banda a ser fotografada?
_ Porque vocês não fotografam o protesto que vai ter lá na regional do Bairro Novo?
Hã? Um senhor no ônibus estava sugerindo... Ele disse algo sobre um grande protesto que aconteceria dentro de alguns minutos. Ensinou até o caminho e os ônibus que deveríamos pegar. Mas até agente explicar que a pauta não podia ser factual, preferimos dizer apenas que iríamos ao centro antes de tomar alguma decisão.
Veio então uma professora, reclamando do prefeito de Fazenda Rio Grande. Disse que as escolas estão abandonadas e há um descaso geral com a educação na cidade.
_ Outro dia, eu e uma professora amarramos o forro com barbante. Imagine se cai tudo em cima das crianças? Eu votei nesse prefeito e me arrependi...
E dá-lhe o ônibus criticar a gestão da prefeitura...
É... Iniciamos um debate e tanto! Mas o ponto final chegou. Ufa.
Andamos pela rua XV toda. Fotografar os artistas de rua? Se as feirinhas não são originais, os artistas é que não seriam... Todo mundo conhece os palhaços, as estátuas-vivas, o flautista e até a mulher da cobra (Olha a cobra, 33, borboleta 13 corre hoje...).

Então só passeamos mesmo, antes de ir descarregar as fotos na Puc e tratá-las.
Mas eis que encontramos uma estátua-viva diferente, e simpaticíssima, que se vestia de fotógrafo e tinha como caixinha para moedas, um gigante rolo de filme feito de papelão. Ah, não deu pra resistir...

E ao seu lado, umas senhoras com umas cestas coloridas, lindas, que pareciam estar gritando por um click. Fizemos.
Pra continuar nossa sina, depois do click das cestas, a senhora veio e disse bem direta:
_ Me paga!
Ah! Sim... Tínhamos que pagar pela foto...
Mas já tínhamos dado todas as moedas pra estátua-fotógrafa...
Ela deve ter amaldiçoado até a nossa última geração...
Mas eu não apaguei a foto e _ juro, se tivesse umas moedinhas, até ajudava a senhora...

Por fim, está aí o resultado da nossa saga. Ainda não terminamos e, apesar de termos feitos fotos de muito orgulho próprio, não sei se elas atendem as expectativas do professor...
Falta ainda fotografar a banda do Gogola e a do colégio estadual, que nos chamou para assistir ao ensaio do próximo sábado. Temos o problema de sempre, que é a falta de tempo. Mas se com pouco tempo já passamos por tudo isso, imaginem se tivéssemos tempo de sobra?




Texto e fotos: Ana e Jessyca =)

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

"A vida da gente é uma reportagem..."

Ele deve ter uns quarenta e poucos anos. Cinquenta talvez, nunca fui muito boa de percepção.
Passa por mim quase todos os dias na empresa, e dá um oi singelo com o balançar da cabeça em sinal positivo.
Vez ou outra também pega o mesmo ônibus na hora de ir embora, e o oi singelo permanece.
Conversa mesmo, nunca. Até aquele dia.
O ônibus já havia passado e eu estava lá desolada, pronta para esperar meia hora pelo próximo. Ele sugeriu que fôssemos a pé até outro ponto onde outros ônibus passavam com mais frequência. Entre esperar meia hora por um ou caminhar 15 minutos por outros, topei a caminhada.
Aí começou a conversa_típica mesmo de "povo de fora". É que em Curitiba _ dizem _ o povo é muito fechado.
Ele é de Minas, "mas já rodei o mundo inteiro" sustenta orgulhoso. O mundo nesse caso, chamado Brasil.
"Seu Félix", dois filhos, um casamento de mais de 20 anos, veio pra capital há 23. Passou antes por Itajaí, pessoal hospitaleiro.
_ Lá, não falta açúcar não! O vizinho não te deixa passar necessidade!
Rodou ainda o Paraná, só nos 15 minutos de conversa que antrecederam o ônibus seguinte. Perguntou minha faculdade, eu disse.
_Jornalismo? Jornalismo é legal! Você sabe que a vida da gente é uma reportagem....tudo o que acontece é uma história que agente conta. Tudo o que fazemos é uma notícia do jornal da nossa vida....
É?
Fiquei meio sem saber o que falar. Quanta sabedoria em poucas e simples palavras. A vida da gente é uma reportagem.
A diferença mesmo está na notícia que cada um cria. Por que na vida, as notícias podem ser criadas. Não são iguais às notícias diárias que, mesmo descontentes, o jornalista tem que repassar. As vezes eu queria poder mudar umas notícias. Tipo: inves de "Bomba explode no Irã" poder dizer: "Educação no Irã explode em crescimento e é uma das melhores do mundo". Seria bom não é? Poder mudar mesmo a realidade. Noticiar só coisas boas. Fiquei pensando então nas notícias da nossa vida, e deduzi que temos que produzí-las de alguma forma. Como você tem noticiado sua vida? Como seria a reportagem do seus dias? Decidi criar notícias mais alegres para o meu destino. Afinal, se a vida da gente é uma reportagem, eu quero que a minha seja uma capa, com infografias e fotografias, com box especiais dos melhores momentos. Com lembranças dignas de premiação por melhor abordagem. Com temas que não me deixem parar de ler e um lide tão extenso que não caiba somente em um parágrafo.
(AFS)

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Pátria amada BRASIL...

E estamos na semana da pátria.
As escolas, as bandinhas e fanfarras, os exércitos e pelotões estão se preparando para o desfile cívico, tradicionalísmo.
Vou sentir falta de desfilar esse ano, com certeza. Comecei na 7ª série, com o colégio, e continuei com a Banda Marcial de Fazenda Rio Grande, todos os anos. 7 de setembro é uma data histórica. Já desfilei aqui na Fazenda e tocamos durante o desfile todo para as outras entidades, em Curitiba num desfile pararelo e também no desfile oficial. Maravilhoso e até emocionante.
Mas civicamente falando, lembro de quando ainda no primário, as professoras nos obrigavam a ler a contra-capa dos livros didáticos onde a letra criada por Joaquim Estrada estava sempre impressa. Ah, o Hino Nacional Brasileiro.
Eu gosto muito do Hino Nacional. Minha irmã até chora quando ouve. E em época de copa do mundo, faço o possível para ouvir os hinos alheios e comparar com o nosso. Sinceramente, nunca achei outro hino com uma letra tão inteligente ou uma melodia tão cativante. É o nosso HINO NACIONAL: O melhor do mundo.
Confesso que sempre confundo algumas partes. Eu nunca sei se o "amor intenso, um raio vívido" é na primeira ou segunda partes. Mas dou um jeitinho de olhar os lábios dos outros e vou na onda. E olha: são quase 15 anos cantando isso! Seria muito mais fácil se eu pudesse cantar lendo a letra toda não é?
É...seria...Mas a cantora Vanusa, mesmo lendo, conseguiu acabar com o Hino todo.
Em março de 2009, no Primeiro Encontro Estadual de Agentes Públicos, a cantora foi convidada a entoar o Hino Nacional Brasileiro na abertura da solenidade.
Com voz de alguém embriagado, ela errou a letra, os tempos da música e desafinou feio.
Essa semana, o vídeo tomou espaço na internet (no canal You Tube). Foi também eleito o pior vídeo pelo programa CQC (entre os cinco piores que o programa elege semanalmente).
Até mesmo Luciano Huck (@huckluciano) twittou: "Domingão viajando com a tropa...mas não aguentei, olhem isso. Jonnhy Walker cantando o Hino Nacional. http://bit.ly/vOCTm".
Em entrevista ao site de notícias G1 ela disse que havia tomado dois comprimidos de Vertix (remédio para labirintite) e por isso ficou "desorientada".
A questão não é se ela estava bêbada ou sob efeito de remédio. A questão é o respeito pela pátria e pelo Hino Nacional. Não que cantar o hino seja algo realmente importante, ou que errar a letra dele seja um crime. Mas ela estava indo cantar o hino em um encontro estadual. Poderia então, sabendo que seu remédio era forte, abrir mão do convite e simplesmente informar que não estava em condições?
Vergonha alheia...e bem na semana da Pátria.
Pátria amada, BRASIL!

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Desatenção ao Volante

Presenciando 3 acidentes em menos de 24 horas.

(JMC)

Pois é, aqui estou eu novamente batendo na mesma tecla. Como vocês já devem ter observado no blog, ontem fiz um post referente a um acidente que ocorreu na esquina de minha casa, e pensei que o final de semana ficaria marcado apenas por este ocorrido. Mas no dia 16 por volta das 16 horas , ao passar pela rua Nicola Pelanda (pinheirinho), novamente presenciei um acidente, mas agora envolvendo um Peugeot e um Fiat Uno. O Peugeot saia do Supermercado quando o uno bateu em sua lateral. Nenhum dos passageiros se feriu, mas o engarrafamento causou um transtorno a quem tentava passar pelo local. Quem podemos culpar de tal acidente ter acontecido? Será o motorista do Peugeot ? Ou o motorista do Fiat? Sinceramente acho que os dois têm um pouquinho de responsabilidade no acidente. Em primeiro lugar, ao dirigirmos temos que ter atenção, muita atenção, atenção o tempo todo e tomar cuidado e observar o que fazemos e o que os outros motoristas fazem, para que eventualmente possamos evitar e desviar de maiores tragédias. Mas não acaba por aí. Chegando em casa, lá por volta das 17 horas um tio que mora no pinheirinho resolveu ir pescar a tarde perto de minha casa em um rio chamado Mauricio. Na verdade ele nem fica tão perto assim, o local fica próximo à divisa de Araucária com a Fazenda Rio Grande. Ele pescou, voltou para sua residência no Pinheirinho, mas acabou esquecendo seus documentos em um estabelecimento próximo ao rio. Sozinho, já sem a família e com o carro do irmão, uma Mercedes prata, ele perdeu o controle do veiculo e caiu no rio de cabeça para baixo. Ainda com o cinto preso e a janela do carro fechada, ele consegue se soltar, quebrar o vidro e mergulhar para se salvar da tragédia, por Deus ele sai ileso do acidente, mas com certeza isto poderia ter terminado pior ainda. Vilmar, o motorista da Mercedes, estava em estado de choque e ressaltou que a estrada esta imprópria para o trafego de carros, e ainda nos informou que a ponte que ele caiu émuito estreita, e só neste final se semana mais dois carros passaram pela mesma situação.
Apesar dos relatos de Vilmar e do milagre que ele passou, a falta de atenção quase fez mais uma vitima no trânsito. Por sorte ele já estava sem sua família, porque pela situação do veículo, eles não teriam a mesma sorte de Vilmar que escapou com vida desta. Atenção e responsabilidade fazem toda a diferença para um transito mais seguro.
Ao lado a foto da beira da ponte sobre o rio Mauricio.

sábado, 15 de agosto de 2009

Imprudência no Trânsito

Acidente envolvendo um carro e uma moto.



Sábado dia 15 de agosto, e eu estava em minha cama dormindo e descansando a semana corrida e cansativa que havia passado. Quando acordo com um barulho altíssimo, saí e observei que havia ocorrido um acidente envolvendo um corsa prata e uma moto vermelha. Eram 7 e 30 da manhã, o motociclista estava na preferencial da rua Rio Oiapoque(Fazenda rio Grande) quando o corsa em alta velocidade atravessou na frente da moto. O motoqueiro ficou desacordado e após 20 minutos o siate chegou ao local para prestar os primeiros socorros.
Imprudência que poderia ter terminado pior ainda: o motorista do corsa foi irresponsável e segundo informações ele sempre anda em alta velocidade pelas redondezas da região. Tomara que agora, após este ocorrido, o indivíduo seja mais prudente enquanto dirige um automóvel, pois como já postamos no blog, ao dirigir devemos estar capacitados e ter consciência de que um veículo é uma arma na mão de quem não tem responsabilidade. JMC

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Pra não dizer que não falei dos porcos...

E se o objetivo do blog é falar sobre os problemas da sociedade, não poderíamos deixar de comentar sobre a temida gripe que vem assolando o mundo todo: a gripe suína.
Eu não sei se é H1N1 ou N1H1, e confesso, nem me dei ao trabalho de pesquisar a respeito, pois, a bem da verdade, cada site fala uma coisa diferente e eu já recebi pelo menos uns 15 e-mails com "coisas que você precisa saber sobre a nova gripe".
Entre esses, está apenas um que foi digno de minha atenção. Supostamente enviado por um médico do HC que está afastado, o texto alertava sobre as informações que estão sendo transmitidas erroneamente nos jornais_principalmente em relação a quantidade de casos confirmados, fatais ou não. Dizia inclusive, que há um mês ele está aguardando o resultado de seu exame, que confirmaria sua suspeita de estar infectado. Ou seja, você pode morrer ou se curar, sem mesmo saber se teve ou não o vírus.
Aí vem a história do Tamiflu, que os jornais andam divulgando ser um remédio de uso exclusivo dos hospitais e garantem que não há, nem nunca existiu, a venda desse medicamento em farmácias comuns. Mas vá vendo: minha irmã é farmacista e já vendeu muito Tamiflu antes de ele se tornar o elixir da vida _ e por conseguinte, tarja preta.
Depois vem as máscaras e o álcool. Vamos por partes. Quem disse que usar a máscara protege? Lá estão os motoristas e cobradores dos ônibus com suas descartáveis, que eles usam o dia inteiro e nas paradas fazem questão de tirar um "pouquinho" para respirar melhor. Enquanto eles respiram, a máscara protege o pescoço, ou a boca, ou simplesmente respira junto, e acumula toda e qualquer substância que estiver pelo ar. Proteção?
E os e-mails já não dizem que o vírus adora umidade?
Agora o álcool: já não existe para vender, nem em farmácias, nem em supermercados. Nem para um churrasco se você quisesse. Uma amiga já comprou um álcool super chique, em uma loja de cosméticos, que custou R$15,90 e não resseca a pele nem estraga o esmalte. É a indústria estética, sabendo fazer lucro...
O fato é, que de pandemia, já está virando pandemônio. Ninguém tem informações concretas, convincentes. Cada um diz uma coisa. Sorte de quem já passou pela gripe espanhola (os e-mails garantem que quem já passou por ela, é imune à nova praga).
Mas pra ser bem sincera, podem até me chamar de bitolada, alguém aí se lembra do novo testamento bíblico? Do Apocalipse e tudo mais? Posso estar exagerando, afinal, faz 2000 anos que a bíblia diz que o final dos tempos está próximo. Mas nunca vi sinais tão evidentes. E até para quem não acredita no livro, hão de concordar que tudo isso está lá, escrito. Ou vai me dizer que você só acha uma puta coincidência?
Me poupem queridos. Dos seus e-mails, da sua ignorância. Eu estou de molho, sem aula, para evitar aglomerações. Sem cinema, sem teatro, sem Passeio Público nem museu, nem ensaio da banda, que a prefeitura proibiu. Daqui a pouco vai ser igual no tempo da ditadura: se quiser conversar, que seja no máximo em dupla, passou de 3 é suspeita de oposição: vão apanhar até dizer para quem trabalham. (ah, para algum laboratório...estamos disseminando alegremente o vírus pelo universo..) Deboche.
Mas balada pode, ninguém proibiu até agora. E barzinho também. Aliás, na noite em que dispensaram a PUC inteira das aulas, mais de um terço dos alunos lotou os barzinhos em frente a faculdade.
Contraditório, não?
Vamos lá, formiguinhas: é bom ir estocando comida pro inverno todo, e pra primavera também. Ninguém sabe quando será decretado que os supermercados fechem. E é bom lembrar, que os que ficarem abertos, vão querer cobrar a insalubridade.
Um atchim para todos vocês.

domingo, 2 de agosto de 2009

Nossas Lembranças..

Mal de Alzheimer, a doença da degeneração da Memória.
No brasil existem cerca de 1,2 milhoes de Idosos com alzheimer, que é uma doença degenerativa, que causa perda de memória, desorientação, depressão e deterioração de funções corporais, e da memória gradualmente. A doença de alzheimer foi descoberta pelo Drº Alois Alzheimer em 16/12/1864 na Alemanha. No Brasil ela só se tornou conhecida a partir de 1983.

Refletindo sobre este mal.

JMC
Relembrar é viver?..


As vezes esquecemos onde colocamos as coisas , o que temos que fazer , ou até mesmo o que fizemos, lembranças que facilmente são recordadas por nós, mas qual a sensação de esquecer quem somos? Ou onde estamos? Ou esquecer quem criamos e amamos a vida inteira? As vezes pensamos que isto nunca irá acontecer conosco, mas por ironia do destino nossa memória pode ser dilacerada por uma doença que atinge grande parte da população idosa do mundo inteiro, o mal de alzheimer.
Vivemos a vida com grande intensidade quando somos jovens, adquirimos nossa própria família, e carregamos as lembranças e aprendizados da vida, para mais tarde repassar ao nossos filhos, netos e bisnetos, de repente, nossa lembrança começa a desaparecer. Já não recordamos de coisas normais do dia a dia, as memórias lentamente vão desaparecendo, e ao olharmos quem amamentamos durante meses ou anos não reconhecemos.
É difícil olhar para seu ente querido e perceber que ele não o reconhece mais, lhe mostrar fotografias e perceber que aquilo é indiferente a ele , ou olhar em seus olhos e notar que você é um estranho. Um estranho que tem o mesmo sangue, um estranho que chorou e o abraçou quando precisava de apoio, um estranho que você ama e sempre irá amar apesar de não ser correspondido, porque a esperança de quem tem um familiar assim não é que ele relembre tudo o que passou , mas que ele o olhe com o mesmo carinho e reconhecimento de antes da doença.
Andréia Alves passa por tudo isso desde os 25 anos. Sua mãe (foto ao lado) sofre deste mal há 10 anos. Apesar da dificuldade ela cuida com carinho e atenção da pessoa que cuidou dela durante anos .
Veja o relato emocionante de Andréia, agora em um vídeo caseiro elaborado e editado por Jessyca Milene Cardoso.

(A qualidade não é muito boa, foi filmado com uma câmera digital, mas vale a pena assistir, além de ser emocionante e comovente é verdadeiro.)


´´ Relembrar não é viver, viver é apenas reconhecer quem amamos, nem que seja por um minuto ,´´

JMC

Desabafo sobre a doença do Mal de Alzheimer.


Andreia Alves
em breve o video.




(Texto abaixo Extraído do site ABC DA SAÚDE)

O que é?

A Doença de Alzheimer é uma doença do cérebro, degenerativa, isto é, que produz atrofia, progressiva, com início mais freqüente após os 65 anos, que produz a perda das habilidades de pensar, raciocinar, memorizar, que afeta as áreas da linguagem e produz alterações no comportamento.

Quais as causas da doença?

As causas da Doença de Alzheimer ainda não estão conhecidas, mas sabe-se que existem relações com certas mudanças nas terminações nervosas e nas células cerebrais que interferem nas funções cognitivas. Alguns estudos apontam como fatores importantes para o desenvolvimento da doença:

Aspectos neuroquímicos: diminuição de substâncias através das quais se transmite o impulso nervoso entre os neurônios, tais como a acetilcolina e noradrenalina.

Aspectos ambientais:



  • exposição/intoxicação por alumínio e manganês.


  • Aspectos infecciosos: como infecções cerebrais e da medula espinhal.
  • Pré-disposição genética em algumas famílias, não necessariamente hereditária.



Sintomas



"Eu vivo me esquecendo..." "Não me lembro onde deixei..." "Doutor, facilmente esqueço dos números de telefone e de pagar contas." "Doutor, minha mãe esqueceu meu aniversário...Doutor, meu pai se perdeu..."

A DOENÇA.

Na doença de Alzheimer as células de certas áreas do cérebro começam a morrer, formando cicatrizes em forma de estruturas microscópicas chamadas Placas Senis. Na medida em que as células morrem e são formadas as Placas Senis, o cérebro não consegue mais funcionar como deveria.





A doença sofre um processo evolutivo no qual é possível distinguir vários estágios. Dependendo do estágio, o doente pode apresentar um desejo sexual doentio, expondo-se ao ridículo, podendo usar de gestos obscenos em público, ou de expor sua nudez.À medida que a doença evolui, os portadores tornam-se cada vez mais dependentes de terceiros, começam a apresentar dificuldades de locomoção, a comunicação se inviabiliza e passam a necessitar de cuidados e supervisão integrais, até mesmo para as atividades elementares do cotidiano, como alimentação e higiene pessoal. A principal vítima da doença acaba sendo a família. Dúvidas e incertezas com o futuro, agrande responsabilidade, a inversão de papéis, em que os filhos passam a se encarregar dos cuidados dos pais, são as principais preocupações dos familiares. Os familiares acabam tendo uma carga física e emocional muito grande, fazendo com que, muitas vezes, sejam eles que adoeçam.

(site http://maldealzheimer.net/doenca.html)

mais informações sobre a doença você encontra nos sites abaixo:


http://www.maldealzheimer.com/

http://maldealzheimer.net/index.html

www.alzheimermed.com.br/

http://www.abcdasaude.com.br/

JMC